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segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Aécio mente e engana os brasileiros ao culpar Dilma por falta de água em São Paulo


Estado é governado pelo PSDB há 24 anos

O governador de São Paulo  Geraldo Alckmin(PSDB), sabia há anos atrás. que os paulistanos poderiam ficar sem água. Estão. Vários alertas foram dados, mas o governador  escondeu de todos, só está deixando os jornais publicarem agora, depois de ter sido reeleito.A imprensa que apoia Aécio e o  governador tucano, são os culpados pela falta de água em SP. Dilma, não

Mas o candidato candidato Aécio Neves (PSDB),sem nenhuma responsabilidade com a verdade e aproveitando-se da eleição, quer votos na base da mentira. Aécio, já encontrou culpado para o descaso  do governador tucano Geraldo Alckmin com os paulistanos:Dilma.

 Na imprensa e nas Redes Sociais, o candidato encontrou um jeito de enganar  desavisados sobre a seca em São Paulo.Culpa a presidente Dilma, num estado governado há 24 anos pelo PSDB.

 Para Aécio, "falta de parceria entre governo e União agravou crise da água em SP" . A  afirma~]ao é patética e demagógica.  E mais, quando o candidato   Aécio Neves, usar  esse tipo de discurso mentiroso, ele está apostando que todos  somos burros e vamos acreditar em mais uma mentira que ele conta. Esse é jeito do PSDB de governar.  Sempre jogando a culpa da  incompetência absoluta, para os outros, Nunca assumem nada.


Convido vocês para ler a entrevista  que a da relatora das Nações Unidas para a questão da água, a portuguesa Catarina de Albuquerque, 44,  deu no mês de agosto em que afirma que a grave crise hídrica em São Paulo é de responsabilidade do governo do Estado. "E não sou a única a achar isso."

Ela visitou o Brasil em dezembro de 2013, a convite do governo federal.

De volta ao país, ela falou com a Folha na semana passada em Campinas, após participar de um debate sobre a crise da água em São Paulo

A gestão Geraldo Alckmin (PSDB) nega que faltem investimentos e atribui a crise à falta de chuvas nos últimos meses, que classifica como "excepcional" e "inimaginável".

A seguir, trechos da entrevista à Folha.

No caso de São Paulo, acha que faltou ao governo do Estado adotar medidas e fazer os investimentos necessários?

Acho que sim, e não sou a única. Já falei com vários especialistas aqui no Brasil que dizem exatamente isso. Admito que uma parte da gravidade poderia não ser previsível, mas a seca, em si, era. Tinha de ter combatido as perdas de água. É inconcebível que estejam quase em 40% [média do país].

Os lucros da Sabesp hoje são distribuídos aos acionistas. Como a senhora avalia isso diante da crise hídrica?

A legislação brasileira determina que uma empresa pública distribua parte do lucro aos acionistas. Mas uma coisa é uma empresa pública que faz parafusos, outra é uma que fornece água, que é um direito humano. As regras deveriam ser diferentes.

O marco normativo dos direitos humanos determina que sejam investidos todos os recursos disponíveis na realização do direito.

No caso de a empresa pública prestar um serviço que equivale a um direito humano, deveria haver maior limitação na distribuição dos lucros aos acionistas.

Em São Paulo, pela perspectiva dos direitos humanos, os recursos deveriam estar sendo investidos para garantir a sustentabilidade do sistema e o acesso de todos a esse direito.

A partir do momento em que parte desses recursos são enviados a acionistas, não estamos cumprindo as normas dos direitos humanos e, potencialmente, estamos face a uma violação desse direito.

Seria o caso de se decretar estado de calamidade pública?

A obrigação é garantir água em quantidade suficiente e de qualidade a todos. Como se chega lá são os governantes que devem saber.

A senhora sobrevoou o sistema Cantareira e disse ter visto muitas piscinas no caminho. O que achou disso?

A situação é grave. Isso foi algo que me saltou à vista.

Quando aterrissei no Egito para uma missão, tendo ciência da falta de água que existe no país, vi nas zonas ricas do Cairo uma série de casas com piscinas e pessoas lavando carros. Quem tem dinheiro e poder não sente falta de água.

O que talvez seja um pouco diferente na situação de São Paulo é que, pela proporção que a crise tomou, ela poderá atingir pessoas que tradicionalmente não sofrem limitação no uso da água -e isso é interessante.

Que efeito isso pode ter?

Pode levar a uma mudança de mentalidade, a uma pressão por parte de formadores de opinião no Estado de São Paulo para que haja melhor planejamento e uma gestão sustentável da água.

Quando os únicos que sofrem com a falta de água são pobres, pessoas que não têm voz na sociedade, as coisas não mudam.

Quando as pessoas que são ameaçadas com a falta de água são as com poder, com dinheiro, com influência, aí as coisas podem mudar, porque eles começam a sentir na pele. Pode ser uma chance para melhorar a situação. As crises são oportunidades.

E ai Aécio?
 

Aécio mente, e até O Globo desmente #QueroDilmaTreze



No debate realizado neste domingo, 19 de outubro, o candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, falou sobre obras em hidrovias afirmou que:

"As hidrovias anunciadas estão todas elas no papel"

AÉCIO MENTIU

Em um total de 57 empreendimentos entraram no programa federal. Desse total, 16 aparecem como "concluídas" e oito como "em obras". Entre elas, está a hidrovia Tietê- SP.

AÉCIO MENTIU, DE NOVO


Dilma falou a verdade
DILMA FALOU A VERDADE

Até o Globo mostra que Dilma falou a verdade #QueroDilmaTreze



Dilma e TCE-MG

No debate realizado neste domingo, 19 de outubro, a presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, leu uma frase que ela atribuiu a um conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais:

"Conselheiro do TCE diz que 'é duro engolir que vacina para cavalo seja contabilizada como despesa com Saúde'"


VERDADE

De acordo com relatório do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais o conselheiro Sylo Costa, em reunião de conselheiros que analisou a distribuição de recursos para a saúde em Minas Gerais, realmente afirmou que: "Tenho de confessar que é duro engolir que vacina para cavalo seja contabilizada como despesa com Saúde. Entendo que despesa com Saúde tem de ser aquilo que é gasto com o SUS – Sistema Único de Saúde".

Na imprensa, Aécio fala em trégua. Com os marqueteiros, combina se passar de vítima e atacar Dilma

Um homem que quer se passar de vítima de uma mulher, isso dá votos? Se desse a Marina tinha ganho a eleição. Mas é essa a estratégia de Aécio de  se colocar como vítima dos petistas e de Dilma que está sendo e vai continuar ser  explorada, mas não é vista pelos tucanos como algo suficiente para aplacar ofensiva rival. Marina está dando aulas para o tucano
 Diante da constatação de que a campanha de Dilma Rousseff está focada em ampliar os índices de rejeição de Aécio Neves, os tucanos tentarão nos últimos dias da disputa empurrar para a presidente o ônus de ter baixado o nível nos debates e na propaganda eleitoral. Ao mesmo tempo, reforçarão o discurso de que o candidato tucano e seus familiares são vítimas de ataques pessoais sem fundamento. Ontem, areclusa Andréa Neves, irmã  de Aécio, procurou seus aliados, a imprensa, e  deu até entrevista para a Folha criticar o "baixo nível" dos petistas. Mas não disse que Aécio chama a presidente Dilma de mentirosa e leviana

O PSDB avalia, porém, que não adianta apenas adotar a estratégia de vitimização,bastante usa da por Marina Silva (PSB) no 1.° turno.

Apesar dos constantes apelos por trégua nos ataques feito por Aécio nos debates de TV, a ordem no comitê é "bateu, levou". "Tudo depende de como a presidente vai vir nesta reta final. Se ela insistir nas agressões, terá uma resposta à altura", diz o senador José Agripino (DEM-RN), coordenador geral da campanha.

Apesar da preocupação com o desgaste do embate frontal com Dilma, que pode empurrar votos antipetistas para o campo "nulo", o estafe do tucano está reunindo munição para a batalha.

A irmã de Aécio, aquela que cuidava das verbas públicas para as rádios de Aécio, fica em silêncio quando Aécio combina com seus pares de bater forte em  Cláudio Galeno de Magalhães Linhares, ex-marido da presidente,  e afirmar que ele foi funcionário comissionado da prefeitura de Belo Horizonte na gestão de Fernando Pimentel, que também empregou Igor Rousseff, irmão de Dilma. As críticas mais incisivas serão feitas pelo rádio, onde há menos exposição da coligação. Já a TV será usada para os ataques institucionais - ou seja, críticas à gestão. Na TV, os tucanos vão se passar bom bons

A campanha tucana também se prepara para rebater os disparos feitos pelo PT sobre a crise hídrica em São Paulo, onde o PSDB aposta em ampliar para 7 milhões a vantagem de Aécio sobre Dilma. O discurso começa com:"Nunca houve na história deste País uma estiagem como essa. O setor elétrico também está sofrendo com a falta de água", diz o ex-governador Alberto Goldman, coordenador da campanha em São Paulo. "Nós já sabíamos que eles fariam isso  vamos atacar  ao máximo nos últimos dias." Aécio já está insinuando que a falta de água em São Paulo é culpa da Dilma

Nas viagens, Aécio jogará suas fichas no Sudeste, especialmente em Minas, berço político do candidato e onde ele perdeu por cerca de 400 mil votos no 1.° turno, e no Rio, onde o tucano buscará os votos  que foram da hoje aliada Marina.

As únicas agendas de Aécio fora do eixo do Sudeste serão uma visita a Belém hoje, depois de sair de Minas, e Goiânia e Campo Grande, na quarta. Nas três cidades, será recebido por aliados em grandes manifestações públicas. Os tucanos também consideram que o debate da Rede Globo na sexta-feira pode decidir a eleição. Por isso, Aécio vai dedicar boa parte de sua agenda para se preparar para o embate com Dilma na emissora

Aécio perde batalha da verdade



Insistência do tucano em chamar de "mentiras" fatos incontestáveis derrete sua própria credibilidade
Aécio e  o desvio do dinheiro da saúde para compra de vacinas para cavalo
A frase atribuída ao nazista Joseph Goebbels -uma mentira repetida mil vezes se transforma em verdade- tem sido a resposta preferida do candidato Aécio Neves e sua equipe diante de críticas. O problema é quando a verdade, repetida mil vezes, continua sendo verdade, sem contraponto ou contraditório capaz de desmenti-la.

O candidato tucano construiu uma pista de pouso em propriedade familiar. A chave da mordomia ficava na mão de parentes, os quais, aliás, ele empregou aos montes. Tudo documentado. Nenhum estudo, mesmo fabricado às pressas, provou a necessidade da obra. Isso não é uma questão íntima. É dinheiro público queimado para fins pessoais. Existe uma ação em curso, por improbidade administrativa. É um fato, não depoimento selecionado de delação desesperada, desculpe, premiada.

O governo de Minas destinou uma gorda fatia de publicidade para empresas de telecomunicações dos Neves. Nem o candidato nega. É deselegante perguntar como o rapaz lida quando se encontram o público e o privado? Cabe aos brasileiros descobrir o montante, pois envolve gente disputando a Presidência. "Não registramos quanto foi gasto", respondem o tucano e seu staff.

Documentos do Tribunal de Contas de Minas Gerais apontavam suspeitas de irregularidades no governo do atual senador. A capivara foi citada durante um dos debates. Horas depois, a papelada desapareceu do site oficial do tribunal, uma instância pública (!). Tomou Doril. Sumiu. E nada se faz a respeito.

O drible no bafômetro e outros momentos pouco edificantes da rotina noturna do senador estão fartamente documentados na internet e imprensa escrita. Não são montagem, assim como não é falso o stand-up daquele artista de fim de noite que relacionou Maradona e Aécio quanto ao consumo de drogas. Hoje o mesmo personagem posa de aecista desde criancinha. Mas nunca desmentiu a performance.

Balela a história de que trazer a público tudo isso é baixaria etc, etc. Isso é falta de argumento de quem não tem resposta.

Pense bem: quantas vezes já não deparamos com indivíduos brilhantes (o que não é propriamente o caso...), mas com uma trajetória errática, que seríamos incapazes de indicar para uma função, mesmo menor, numa empresa? Não há nisso preconceito nenhum; somente o desejo de saber qual é a pessoa certa para o lugar certo.

"Ah, mas e os programas, as propostas?", indagam os puritanos habituais. Bem, todos conhecem o que pensam tanto Dilma quanto Aécio e seu braço direito, Armínio Fraga.

A primeira pelo que ela e seu partido fizeram nos últimos tempos no Planalto. Aécio, pelo que ele e sua equipe revelam em entrevistas e jantares. Coisas como corte de gastos sociais, esvaziamento de bancos públicos, encolhimento de salários, facão nas empresas, tarifaço, mudança nas leis trabalhistas e por aí vai. As tais medidas impopulares. Para ele, sem isto o Brasil vai piorar. Acredite quem quiser.

Com a campanha perto do fim, supostas regras de etiqueta surgem para esconder o essencial. Cortina de fumaça. Estão em jogo a vida e o futuro de milhões de pessoas. Elas têm todo o direito de conhecer quem pretende ocupar o cargo mais alto da República.

Pesquisas são só pesquisas. A depender delas, o PT não teria ganho no primeiro turno na Bahia e em Minas Gerais, Aécio não teria os votos obtidos em São Paulo, e o PMDB estaria fora do segundo turno no Rio Grande do Sul.

A questão não é satanizar institutos. É dar aos seus levantamentos o peso que merecem. Mais do que nunca, o primeiro turno mostrou que a palavra final é do eleitor, não de pesquisados. Da mesma forma que é patética a tática de carimbar como mentiras verdades inapagáveis, registradas em vídeo, áudio e folhas de papel.
Por Ricardo Melo - Colunista da Folha

Dilma arrasou: "governo Aécio contabilizou vacina para cavalo como gasto em saúde.”


Dilma arrasou Aécio no debate com frases de efeito cortante. Igual ao debate na Band venceu em TODAS as perguntas.

Mesmo nos momentos em que Aécio parecia que ia se dar melhor, Dilma o superou na tréplica.

Aécio caiu na bobagem de fazer uma pergunta sobre saúde. Ah, se arrependimento matasse...

Levantou a bola para Dilma voltar ao tema de Aécio ter desviado verbas para outras coisas que deveriam ser aplicadas na saúde quando governou Minas Gerais.

Mas dessa vez, Dilma não se limitou a argumentos técnicos. Depois de citar a ação do Ministério Público sobre o caso, leu uma frase de um Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de MG:

“É duro engolir que vacina para cavalo seja contabilizada como gasto em saúde.”

Uma linguagem que todo mundo entende.

Nada contra vacinar os animais, mas convenhamos que é verba da Secretaria de Agricultura e Pecuária.

Agora a pergunta que não quer calar: o cavalo da família, em Cláudio, também está incluído aí nestas paradas? Dá para Aécio responder ou tá difícil, igual ao dinheiro público que foi para as rádios da família?

Em tempo: um bom resumo do debate está aqui em "memes" .

A íntegra do debate:

Aécio falou mentira no debate. Seu vice o desmente. PSDB votou contra microempreendedores em 2011.


Na primeira pergunta do debate na Band sobre microempresas e microempreendedores, Aécio deu a entender que seu partido apoiou todas as iniciativas a favor do setor.

Não é verdade. Em 2011, em votação na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, o vice de Aécio, senador Aloysio Nunes (PSDB), representando o partido, votou contra o projeto que:

1) aumentou em 50% o limite de faturamento das micro e pequenas empresas para serem enquadradas no regime tributário do Simples Nacional (Supersimples).

2) aumentou de R$ 36 mil para R$ 60 mil por ano o teto para enquadramento como Microempreendedores individuais.

Aloysio Nunes (PSDB-SP) alegou que o estado de SP governado pelos tucanos perderia arrecadação do ICMS. Na hora da eleição tucano diz que critica os impostos, mas quando governa, fica contra desonerar.

domingo, 19 de outubro de 2014

Aécio reclama verbas para presídios, mas em MG dinheiro foi desviado para empresa de Perrella.

Senador Zezé Perrella, senador Aécio Neves, Alvimar Perrella.
No último debate na TV o senador Aécio Neves falou sobre segurança pública e disse que o governo federal deveria dar mais verbas para os governadores manterem presídios. Mas se o dinheiro for desviado não há verbas que resolvam.

E em Minas, Aécio tem um escândalo de corrupção iniciado em seu governo com desvio miliário no fornecimento de refeições para os presídios, pela empresa Stillus Alimentos Ltda. de propriedade de Alvimar Perrella, irmão do senador Zezé Perrella. Ambos foram ex-presidentes do Cruzeiro e amigos de Aécio Neves.

O esquema foi desbaratado pela operação Laranja com Pequi.

Segundo o Ministério Público, um grupo de empresas combinava licitações superfaturadas para fornecer alimentação para órgãos públicos. Os alvos foram prefeituras, na merenda escolar, e o Estado Minas, no fornecimento de refeições para presídios.

As empresas corrompiam servidores públicos que elaboravam os editais direcionados para o grupo liderado pela Stillus Alimentação, registrada em nome de Alvimar Perrella. 

Somente para os presídios, os contratos foram de R$ 166 milhões. O Ministério Público calculou o desvio dos cofres públicos em cerca de R$ 56 milhões.

TSE não pode censurar nomeação de Aécio Neves por Sarney e Dornelles. Está no Diário Oficial.

O candidato Aécio Neves (PSDB) fala em meritocracia.

Mas é justo o eleitor não saber que ele foi nomeado, recém-formado, aos 25 anos, para Diretor da Caixa Econômica Federal, por indicação política, pelo então presidente José Sarney e pelo então ministro da Fazenda, Francisco Dornelles, primo de Aécio?

O próprio Aécio tem vergonha desta nomeação, pois não mostrou em sua propaganda eleitoral quando tratou de sua biografia. Ele próprio sabe que este tipo de nomeação não é bem vista pela maioria dos cidadãos, e prefere esconder.

Criticar Aécio por essa nomeação não é crítica pessoal. Trata-se de nomeação política em um banco estatal, um ato público publicado no diário oficial.

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) tem censurado diversas críticas a Aécio, de forma contrária ao interesse público.

Criticar aeroporto construído com dinheiro público cujo critério de custo-benefício atende aos interesses familiares privados de Aécio e não ao interesse público maior, não é crítica pessoal, é crítica política.

Criticar o governador Aécio gastar dinheiro público com suas próprias rádios, não é crítica pessoal, pois envolve dinheiro público.

Criticar pressões sobre a imprensa mineira para rolar a cabeça de jornalistas que criticam o governador é crítica política e necessária. Tem testemunho de jornalistas narrando os fatos desde 2006.

Sindicato de jornalistas criticar as relações dos donos da imprensa com o poder tucano, não é crítica pessoal, é crítica política. Quem estiver incomodado que enfrente o debate político, em vez de censurar.

O TSE permite atores da TV ou cantores sertanejos que nunca moraram em Minas dizerem que Aécio "foi o melhor governador de Minas", enquanto proíbe jornalistas que vivem e moram em Minas de darem seu testemunho sobre um ambiente de opressão.

Isto é o cúmulo da ditadura do poder econômico. Trabalhadores e movimentos sociais são banidos pelo TSE da propaganda eleitoral. Celebridades e atores, que a lei nem impede que sejam remunerados pelo que dizem, estão liberados para elogios fajutos.

O que quer o TSE? Que eleitores votem em Aécio sem conhecê-lo? Para depois dizerem arrependidos: "Ah, se eu soubesse disso antes não teria votado nele".

O TSE não pode favorecer propagandas enganosas, onde a embalagem esconde o conteúdo, onde o eleitor não conhece o contrato que está assinando.

Aécio manda e TSE censura Dilma


Até a Folha, através de seu colunista Janio de Freitas, viu que o TSE está censurando a campanha eleitoral da presidenta Dilma, enquanto deixa correr os ataques de Aécio. Ontem, a presidenta Dilma  se manifestou  contra a censura  na sua conta no Twitter. Da campanha da Dilma o TSE retirou  quatro peças da propaganda.

A primeira diz que Aécio construiu um aeroporto no terreno da família na cidade de Cláudio. Veiculada sexta-feira na TV, a peça diz que Aécio fez "aeroporto em terreno da família, e a chave ficava nas mãos de seu tio".

A segunda propaganda que saiu do ar faz paródia com a música "Oh, Minas Gerais". Veiculada no rádio, a peça usava letra adaptada para criticar Aécio fazendo uma referência à vitória de Dilma em Minas no primeiro turno.

 Na terceira, Dilma usava trechos de debates com acusações ao adversário sem dar a ele direito de resposta.

Na quarta, o PT cita a recusa de Aécio de fazer o teste do bafômetro numa blitz da Lei Seca, no Rio.

Em seu artigo hoje na Folha, Janio de Freitas  acusa TSE de censura

A partir de uma apelação de Aécio Neves, o Tribunal Superior Eleitoral tomou duas decisões que caracterizam censura à liberdade de informação jornalística e à liberdade pessoal de expressão, mesmo que para expor fatos. É no mínimo duvidoso que o TSE disponha de poderes para impor as duas medidas, que se incluiriam em atribuições do Congresso e, até onde se pode saber fora dos doutos tribunais, opõem-se a princípios da Constituição.

O TSE tomou as duas decisões para aplicação imediata nos programas de propaganda eleitoral do segundo turno. Portanto, além do mais, muda as regras de um processo em curso, já em seus últimos dias.

Uma das restrições proíbe a reprodução, nos programas de propaganda eleitoral, de reportagens e artigos de imprensa. Ainda que se destine a restringir o conteúdo e a forma da propaganda, a proibição incide sobre a divulgação dos artigos e reportagens. Logo, restringe a liberdade de imprensa com antecedência. O que caracteriza censura prévia.

O TSE criou a medida repressora ao considerar queixa de Aécio Neves contra a exibição, na propaganda de Dilma Rousseff, de um recorte de jornal sobre demissões de jornalistas em Minas, atribuídas a pressões do então governador e negadas pelo hoje candidato. O relato dessas demissões, pelos próprios atingidos, está no documentário Liberdade, Essa Palavra , de Marcelo Baêta Chaves.

Prevalece o descritério. A campanha de Aécio Neves, no primeiro turno, consistiu no esforço de comprometer Dilma Rousseff com a corrupção alegadamente confessada pelo corrupto da Petrobras, Paulo Roberto Costa. Sem nenhuma prova das acusações feitas em troca de impunidade. O TSE, porém, não achou necessidade de agir contra o uso de acusações tão graves, mas sem provas.

A outra medida repressora do TSE equipara-se em tudo à anterior. Proíbe a exibição de entrevistados em apoio a afirmações críticas feitas pela campanha. Nada convém mais a uma crítica do que a fundamentação com fatos ou com manifestações pessoais. O TSE não a quer. Talvez pela possibilidade de captação de declarações inautênticas. O conveniente, no caso, não seria a proibição indiscriminada, mas a contenção do abuso --o que conviria também à moda jornalística de sair selecionando declarações nas ruas a pretexto de interatividade .

Nesse segundo caso, o TSE proíbe que cidadãos usufruam da liberdade de expressar suas queixas, suas aspirações e, pode ser, sua adesão eleitoral. Ou seja, ao cidadão fica proibido mostrar que é cidadão.

Por que Aécio está desesperado...Segundo o colunista Ilimar Franco, no Globo

As críticas da campanha da presidente Dilma, nos comerciais de TV, estão colando em Aécio Neves. As pesquisas qualitativas revelam, segundo analistas políticos, que os ataques fizeram a rejeição de Aécio ficar maior que a de Dilma. Por isso, os tucanos querem paralisar essa ofensiva e estão requerendo ao TSE que tire o adversário do ar ou lhes dê direito de resposta.

 A campanha tucana diz que em pesquisas qualitativas o público reagiu mal aos ataques entre os candidatos no debate do SBT. Mas nos estúdios da TV, auxiliares e apoiadores reagiram exultantes aos ataques desferidos por Aécio Neves contra a presidente Dilma. Os políticos pedem bis.

sábado, 18 de outubro de 2014

TSE proíbe Dilma de falar sobre aeroporto de Aécio construído com dinheiro público para a família


Reproduzir reportagens de grandes jornais como a Folha, como fez a campanha da Dilma, agora é passível de censura do TSE? Preocupante o rumo que está tomando esta eleição. Decisão absolutamente equivocada. ( Comentário de um leitor da Folha)
Na sexta-feira (17), o ministro Tarcisio Vieira de Carvalho Neto suspendeu a propaganda eleitoral da coligação Com a Força do Povo  da presidenta Dilma, por a campanha ter  divulgado vídeo sobre o aeroporto particular de Aécio

O texto informava que o candidato Aécio Neves (PSDB) construiu um aeroporto em terreno de sua família e mantinha as chaves "nas mãos de seu tio". A propaganda foi veiculada na quinta-feira (16). Agora, a presidente Dilma foi proibida de falar no aeroporto, construido  com dinheiro público, por Aécio Neves (PSDB), quando foi governador de Minas.O candidato Aécio Neves também requereu direito de resposta, mas o pedido ainda não foi julgado.

De acordo com a defesa de Aécio, a propaganda adversária levava o eleitor a crer que o candidato "estaria fazendo uso de bem público para favorecer sua família". O TSE, precisa também calar a Folha, que digulvou a notícia de que a chave do aeroporto fica na mão de um tio de Aécio
Portão do aeroaecio. A chave fica com o tio
Até o TSE blindando o Aécio.

Indignado com a covardia de Aécio, Lula pergunta: “ele xingaria adversário se fosse homem”?


Lula esteve com o povo em Belo Horizonte fazendo campanha para Dilma neste sábado, ao lado de Fernando Pimentel.

Veja o que ele disse:

“Minha primeira palavra é de agradecimento a vocês por duas coisas: primeiro por terem votado no Pimentel e depois por terem votado na Dilma, fazendo dela a mais votada em Minas Gerais”.

Lula criticou a grosseria de Aécio nos debates, que chegou a xingar Dilma e Luciana Genro de levianas, só porque elas cobraram do tucano a construção do aeroporto de Cláudio na fazenda do tio e o de Montezuma onde Aécio também tem fazenda.

“Eu disputei muitas eleições nesse país, eu nunca vi um cidadão faltar com respeito como ele (Aécio) faltou com a Dilma. Nunca fiz isso com o sociólogo (FHC). Pegue uma palavra minha chamando alguém de mentiroso, de leviano. Eu queria ouvir ele (Aécio) falar assim se o outro candidato fosse um homem”, desafiou Lula.

E Lula tem razão. Quando William Bonner fez o mesmo questionamento no Jornal Nacional, Aécio pareceu uma moça na hora de responder, chegou a "agradecer a pergunta pela oportunidade de explicar".

Os ganhos sociais dos governos Lula e Dilma em Minas Gerais foram lembrados:

“Conheço uma pessoa que tinha vergonha de falar que era do ProUni. Ela se vingou sendo a melhor aluna da faculdade. Agora o mineiro que quer ir a Salvador não vai de ônibus, vai de avião. Vamos ser francos: quando é que uma moça negra, filha de pai motorista, poderia se tornar advogada? Hoje pode, porque nós demos as condições”.

Humor: Aécio ganha paródia de música. "Playboy fora da lei".

https://www.facebook.com/video.php?v=374048502764679
Fizeram uma paródia da música "Cowboy fora da lei" do saudoso Raul Seixas, zoando de Aécio.

Mudaram o nome para "Playboy fora da lei".

Até o momento desta nota tinha 277mil visualizações. Aqui.

Aécio "mimado" recorre a gravações de elogios de Dilma, fora do contexto. O eleitor não é burro, Aécio.

http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2011/04/21/interna_politica,223048/dilma-recebe-o-grande-colar-da-inconfidencia-de-anastasia.shtml
Aécio parece aquelas crianças mimadas:

- "Fessora", a Dilma falou que meu aeroporto é feio! Mas no meu aniversário no ano passado ela tinha me dado os parabéns!

É mais ou menos isso que Aécio está fazendo na propaganda eleitoral. Pegou a gravação de uma entrevista antiga em uma rádio aecista de Belo Horizonte, onde o repórter fez perguntas e ela, por cortesia e por manter boas relações institucionais com todos os governadores e prefeitos, fez elogios de praxe, fora de um debate político, onde se debate diferenças entre os projetos de cada governo.

É claro que elogios pontuais todo mundo tem em discursos protocolares, em cerimônias de inauguração, e em momentos de distensão política.

Se for procurar, certamente haverá discursos de Aécio quando governador elogiando Dilma quando ela era ministra da Casa Civil, inclusive por obras do PAC em Minas e outros projetos em parcerias do governo federal e dos estados.


Inclusive, logo após Dilma ser reeleita presidenta, no dia 21 de abril de 2011 o então governador Anastasia, aliado de Aécio, homenageou Dilma com a condecoração máxima do Estado de Minas, "Grande Colar da Inconfidência".

Pesquisas confirmam queda de Aécio. Vantagem de Dilma já pode ser de 3 a 5 pontos.

Na semana passada a pesquisa Sensus/Isto É deu um mirabolante número colocando Aécio 17,6 pontos na frente de Dilma. Ninguém acreditou.

Nos dias seguintes foi desmentida por todos os outros institutos, que deram empate. Vox com Dilma 2 pontos na frente. Ibope e Datafolha com Aécio 2 pontos na frente. Mas pelo comportamento de decepção do PIG (Partido da Imprensa Golpista), nem eles acreditaram que Aécio ainda estivesse na frente.

Ontem, o Sensus/IstoÉ divulgou outra pesquisa mirabolante, colocando Aécio com 12,8 pontos na frente.

Pois bem... se até a Sensus mostrou queda de Aécio de 4,8 pontos, então se colocarmos esta queda nas outras pesquisas, Dilma deve estar com 5 pontos na frente pelo Vox, e 3 pontos à frente no Datafolha e Ibope. A conferir quando forem divulgadas as próximas.

O Sensus, aliás virou caso de polícia, Foi divulgado no final da tarde de sexta-feira e, com isso, os tubarões da Bolsa de Valores aproveitaram para comer o dinheiro das sardinhas que saíram correndo comprando ações. O caso está sendo investigado como suposta manipulação do mercado.

Acredito que a candidatura de Aécio está derretendo, pois o eleitor estava olhando só a embalagem do candidato. Quando passou a conhecer o Aécio do jeito que ele é na vida real, ele só perde votos.

São fatores devastadores para Aécio perder voto:

1) Fala grosso com mulheres e fino com William Bonner diante da mesma pergunta sobre o aecioporto;

2) Aécio é a próprio coronel político arcaico que governa dando privilégios para si, para familiares e para aliados, misturando dinheiro público com benesses do poder para desfrute privado e enriquecimento, como a valorização de suas fazendas ao construir aeroportos ao lado nas cidades de Cláudio e Montezuma.

3) Aécio finge que é o novo, mas ele foi da base governista do governo de José Sarney e de Fernando Henrique Cardoso, votando a favor de todas as maldades praticadas contra o trabalhador e contra o patrimônio público.

4) Aécio votou a favor da lei para criar o fator previdenciário. Agora finge que é contra e engana os aposentados dizendo que vai estudar o que fazer. Mas com Armínio Fraga no Ministério da Fazenda criticando "gastos" da previdência, as chances destes "estudos" piorar a vida dos aposentados, em vez de melhorar, são grandes.

5) Aécio ganhou concessão de rádio, sem licitação, por apoiar o governo de José Sarney de 1985 a 1989. Quando Aécio foi governador, o estado de Minas gastou com propaganda nas suas próprias rádios, mas ele esconde quanto foi gasto.

6) Aécio se aproveitou de cargos públicos para si por indicação política desde os 17 anos (gabinete do CADE, gabinete do pai deputado, Diretor da Caixa), sem concurso, e depois, quando teve a caneta na mão, nomeou parentes e amigos também para cargos públicos.

7) O futuro que Aécio oferece é sombrio para o trabalhador e aposentados, e só agrada banqueiros e milionários da Bolsa de Valores. Tanto é que o mercado financeiro faz campanha aberta para Aécio e quando Dilma sobe nas pesquisas estes setores ficam decepcionados.

8) Aécio já escolheu Armínio Fraga para ministro da fazenda (isso se ganhasse a eleição), o preferido dos banqueiros, e que já aplicou arrocho nos salários, aposentadorias e empregos durante o governo FHC.

9) Aécio leva uma vida de milionário, mora no metro quadrado mais caro do Brasil, na Av. Vieira Souto, Ipanema, Rio de Janeiro, com um padrão de vida incompatível com o salário de senador, mas Aécio esconde quais são suas outras fontes de renda, e seu patrimônio declarado à Justiça Eleitoral não esclarece quais bens e empresas o tucano tem dentro de empresas de participação. Não consta entre os bens nem o apartamento em que ele mora.

10) Aécio está tão mal acostumado a usufruir das benesses do poder, que nem se preocupou em renovar sua carteira de motorista quando venceu e recusou-se a fazer o teste do bafômetro quando parado em um blitz, preferindo pagar uma multa de mais de R$ 900.

Paro por aqui por ora porque a lista é grande.