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quinta-feira, 30 de julho de 2015

Eduardo Cunha tem escritório político em cima da UTC


O escritório político do presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), no centro do Rio de Janeiro, fica no famoso Edifício De Paoli, na Av. Nilo Peçanha, 50, sala 2909. No andar de baixo fica a filial carioca da empreiteira UTC, na sala 2809. Pela numeração, as salas são na mesma coluna, ou seja, o piso do escritório do deputado é o teto do escritório da empreiteira.
Esse  é o tipo de coincidência digamos, desagradável, para o presidente da Câmara no momento atual, já que tanto ele como a empreiteira estão encalacrados na operação Lava Jato... Continue lendo aqui

África do Sul terá o primeiro centro regional do Banco do Brics em 2016


Joanesburgo, na África do Sul, será sede do primeiro centro regional do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), ou o Banco do Brics, que passou a operar recentemente em Xangai, na China. O governo sul-africano espera que a implementação do centro impulsione o desenvolvimento da região, levando adiante a agenda de integração do continente. O centro deverá iniciar suas operações ainda no primeiro trimestre de 2016.

- A África subsaariana está entre as regiões de maior crescimento acelerado no mundo. Apesar disso, ainda há enormes desafios de desenvolvimento e infraestrutura que restringem o rápido crescimento econômico. O mais singular sobre o Banco é que ele foi criado por países em desenvolvimento que entendem os desafios do progresso e têm demonstrado sua habilidade em superá-los - explica Nhlanhlan Nene, ministro das Finanças da África do Sul. 

A entidade financeira multinacional foi criada pelos cinco países do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e pode se tornar uma alternativa ao FMI (Fundo Monetário Internacional) no financiamento das nações. O Banco do Brics pretende promover uma maior cooperação financeira entre os cinco países líderes, que somam 41,4% da população mundial e mais de 25% do PIB do planeta. E, ao contrário do Banco Mundial, que determina os votos conforme a participação de capital de cada membro, o NBD permitirá um voto por país, sem previsão de vetos.

Ambev investe R$ 1,4 bilhão no Brasil no primeiro semestre de 2015


A Ambev encerrou o primeiro semestre do ano com investimentos de aproximadamente R$ 1,4 bilhão no Brasil. A previsão é de que, até o final de 2015, os investimentos da companhia cheguem até o patamar do que foi realizado em 2014, quando a Ambev investiu o montante recorde de R$ 3,1 bilhões no país.

Além de ter sido aplicado para aumentar a produtividade das cervejarias e aperfeiçoar as operações nos centros de distribuição, os investimentos realizados no primeiro semestre de 2015 também foram direcionados para suportar o crescimento de nossas inovações como Skol Beats Senses e Brahma 0.0% e aumentar a distribuição de garrafas retornáveis que constituem uma opção mais econômica de embalagem para os consumidores.

 Para passar essa fase de cenário macroeconômico adverso, decidimos focar no que está ao nosso alcance. Isso significa continuar investindo no Brasil, em nossas plataformas comerciais e de relacionamento com o consumidor, inovações, embalagens acessíveis, portfolio premium, entre outras iniciativas - afirma o vice-presidente financeiro e de Relações com Investidores da Ambev, Nelson Jamel.

Em SP, prédio do Minha Casa terá serviço de flat



Um antigo depósito de ferro e couro, a dez quadras da Sé, no bairro do Brás, em São Paulo, vai dar lugar, em 2017, a um empreendimento imobiliário inusitado: ele se enquadra no programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, mas oferece aos moradores serviços de flat, como arrumação e office boy. As unidades de um dormitório, com área de 27 a 39 m², e sem garagem, começam a ser vendidas nesta quinta-feira, 30, a um preço inicial de R$ 171 mil.

Quem desenvolveu o projeto foi a incorporadora Bracon, do empresário Alon Nussbacher, um engenheiro civil que nos últimos 30 anos passou por companhias como Adolpho Lindenberg, Gafisa e Tecnisa. Desde que decidiu empreender no mercado imobiliário, em 2009, Nussbacher desenvolveu dez projetos residenciais em parceria com grandes incorporadoras do setor. O empreendimento do Brás, batizado de BR Caetano, é o primeiro que ele toca sozinho.

Para ter uma faxina simples diariamente, o morador terá de desembolsar, além do valor de condomínio, de R$ 199, uma taxa mensal de R$ 75. A área comum do empreendimento inclui academia de ginástica, piscina, quadra poliesportiva, Wi-Fi, salade festas, espaço gourmet, churrasqueira e bicicletário com bikes elétricas para locação, além de uma lavanderia coletiva.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Brasil sela acordo com Suécia para financiamento dos caças


 Depois de três dias seguidos de intensas reuniões e negociações, o Ministério da Defesa finalmente selou com o banco de fomento sueco SEK os termos para assinatura do contrato de financiamento da compra dos 36 caças Gripen NG entre Brasil e Suécia. Pelo acordo, a direção do SEK aceitou a redução da taxas de juros de 2,54% para 2,19% ao ano no financiamento de 100% do projeto de 39 bilhões de coroas suecas, algo em torno de US$ 5 bilhões.

A economia estimada com a redução dos juros pode chegar a R$ 600 milhões. Com a assinatura do contrato de financiamento, que deve ocorrer em até duas semanas, espera-se que seja encerrada a novela da compra dos novos caças pelo Brasil, que começou em 2001, ainda no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Prefeito do PSDB é suspeito de abrir poços em área de parentes com verba federal


Poço perfurado em terreno do prefeito de Marcos Parente (PI), Manoel Emídio (PSDB)

A cada duas ou três semanas, o lavrador Adaías Alves, 47, se reúne com moradores da Vila Guimarães para pagar um caminhão-pipa e abastecer suas famílias e lavouras. A comunidade rural fica em Marcos Parente (PI), cidade vítima da seca, com 4.500 habitantes.

Embora Adaías reclame que não tem "um pingo d'água", a vila não recebeu nenhum dos 12 poços instalados pela prefeitura por meio de convênio de R$ 1,2 milhão com o governo federal.

Um desses poços, no entanto, foi perfurado em uma propriedade do prefeito Manoel Emídio (PSDB) e ao menos outros sete foram feitos em terrenos ligados ao filho, ao sobrinho, à cunhada, a vereadores da base e amigos do gestor municipal. Os equipamentos instalados pela prefeitura ainda não funcionam.

Em setembro do ano passado, o Ministério Público Federal abriu um inquérito para investigar se o prefeito usou dinheiro público para beneficiar familiares e aliados.Enquanto isso, as parcelas do convênio continuam sendo liberadas à prefeitura. O último repasse, de R$ 360 mil, foi feito em 20 de maio. Até agora, a prefeitura recebeu R$ 840 mil.

À Procuradoria a defesa de Emídio afirmou que, nos lugares onde houve perfurações, os terrenos foram doados –um decreto anunciando a doação foi publicado em novembro de 2013.A Folha, no entanto, teve acesso a uma certidão do tabelionato da cidade que nega a existência de escrituras de doação ou desmembramento dos terrenos apontados no período do convênio. O documento do cartório é do último dia 12 de junho.

Juristas consultados pela reportagem dizem que o decreto é apenas uma "carta de intenção" e não tem validade sem que haja escritura que comprove a doação.Na última divulgação dos IDHs municipais, com dados de 2010, Marcos Parente foi considerada uma cidade de baixo desenvolvimento humano. Na área rural, as famílias são dependentes de abastecimento por meio de poços e caixas-d'água.

Manoel Emídio foi cassado em primeira e segunda instância da Justiça Eleitoral, mas recorreu e aguarda, no cargo, decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).Ele teria, segundo os processos, feito uso eleitoreiro da doação de lotes do programa Minha Casa, Minha Vida.Informações da  Folha

Quanto pior, pior



Marcado para esta quinta-feira (30), o encontro da presidente Dilma Rousseff (PT) com os governadores de todos os Estados adquiriu importância ainda maior com a decisão tomada terça-feira (28) pela agência de classificação de risco Standard & Poor's. 

A companhia norte-americana alterou a perspectiva da nota de crédito do Brasil para negativa, aumentando as chances de o país perder o grau de investimento. Apenas um andar abaixo está a categoria especulativa, em que, aos olhos dos credores, é alta a possibilidade de calotes. 

Nem mesmo os oposicionistas mais aguerridos deveriam desejar essa cereja podre no bolo estragado que se tornou a economia no governo Dilma. Agências como a S&P ficaram desacreditadas depois de 2008, pois não anteviram a crise que se desenhava nos EUA, mas suas avaliações não deixaram de interessar a quem procura porto seguro para o próprio dinheiro. 

A expectativa crescente de que o Brasil venha a perder o atestado de bom pagador já produz efeitos: investidores exigem juros cada vez maiores para compensar os riscos e o dólar bate recordes de alta.
Tanto pior, já se considera que outras duas companhias, a Moody's e a Fitch, podem fazer análise semelhante à da S&P, rebaixando a nota brasileira até o fim do ano. 

Combater esse cenário sombrio deveria ser um objetivo de todos os que se importam com o futuro nacional, mesmo que não deem a mínima para o destino de Dilma. 

Ao expor suas razões, a S&P reconhece mudanças neste segundo mandato da petista, mas afirma que aumentaram as incertezas na política e na economia. Diminuí-las, portanto, é um imperativo.
Tudo se resume, no fundo, à instabilidade da relação entre o Executivo e o Legislativo, agravada pelos desdobramentos da Operação Lava Jato e traduzida no comportamento pernicioso do Congresso. 

Notoriamente incapaz de mobilizar deputados e senadores em torno de uma agenda positiva, a presidente Dilma Rousseff resolveu pedir ajuda aos governadores. Espera que eles convençam suas bancadas a rejeitar projetos que tornem ainda mais penoso o necessário ajuste das contas públicas.
Se mantido estritamente nesses termos, o encontro pode resultar em algo proveitoso. Muitas das medidas que ampliam os gastos têm impacto direto nos cofres estaduais. 

Que fique claro: cobrar responsabilidade dos congressistas não significa aceitar conchavos ou dividir a culpa pelo descalabro atual. Esta cabe só ao governo Dilma, e a oposição decerto teria muito a perder se fosse vista como sócia da crise. 

O país, contudo, terá ainda mais a perder se não houver renovados esforços na busca por soluções. Já se sabe quão venenosa pode ser uma oposição que aposta no lema "quanto pior, melhor". Como atestam as agências de classificação de risco, quanto pior, pior. (Editorial. Folha de São Paulo. Quanto pior, pior)

Moro prende ícone do programa nuclear brasileiro


O engenheiro responsável pelas principais conquistas do programa nuclear brasileiro, vice-almirante R1 Othon Luiz Pinheiro da Silva, presidente licenciado da Eletronuclear, foi preso pela Polícia Federal (PF) na 16ª fase da Operação Lava Jato. Ele é acusado de ter recebido cerca de R$ 4,5 milhões de propina do consórcio vencedor da licitação para execução da montagem da usina nuclear Angra 3, segundo o Ministério Público Federal (MPF) e a PF.

A 16ª fase da Lava Jato, batizada de Radioatividade, foi desencadeada a partir do depoimento do ex-presidente da Camargo Corrêa Dalton Avancini, que assinou acordo de delação premiada com a Justiça Federal após passar mais de 130 dias preso.

Othon Silva é internacionalmente reconhecido por desenvolver a tecnologia brasileira de ultracentifugação para enriquecimento de urânio e foi responsável pelo Programa de Propulsão Nuclear para Submarinos da Marinha brasileira.

Segundo o jornalista Luís Nassif, “o Brasil deve a Othon o maior feito de inovação da sua história moderna – o processo de enriquecimento de urânio através de ultra centrífugas. Foi um trabalho portentoso, que sobreviveu às crises do Governo Sarney, ao desmonte da era Collor, aos problemas históricos de escassez de recursos, enfrentando boicotes externos, valendo-se de gambiarras eletrônicas para contornar a falta de acesso a componentes básicos, cuja exportação era vetada por países que já dominavam a tecnologia”.

Já o jornalista José Augusto Ribeiro, ex-editor de política da TV Bandeirantes e do jornal O Globo, afirmou por sua vez: “Sem querer alimentar teorias conspiratórias, é importante frisar que o almirante Othon Luis Pinheiro da Silva chefiou o programa nuclear da Marinha, que tem como prioridade o projeto de nosso submarino nuclear, necessário para o patrulhamento de nossas águas territoriais e de nossa zona econômica exclusiva no Oceano Atlântico, que inclui a região do pré-sal e a da Bacia de Campos. Será apenas coincidência só prenderem gente ligada a nossas empresas estratégicas (e estatais) como a Petrobras e, agora, a Eletronuclear?” questiona.

Não somente estas. Os procuradores, respaldados pelo juiz Sergio Moro, já anunciaram que o próximo alvo é a construção da usina de Belo Monte.

Lula processa revista VEJA contra mentiras repugnantes.

Nota da assessoria do presidente Lula

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entrou nesta quarta-feira (29) com ação judicial por reparação de danos morais contra os responsáveis pela matéria de capa da revista VEJA desta semana.

São alvos da ação Robson Bonin, Adriano Ceolin e Daniel Pereira, que assinam as reportagens de capa da edição 2.436, que chegou às bancas em 25 de julho passado, além do diretor de redação Eurípedes Alcântara.

“O texto é repugnante, pela forma como foi escrito e pela absoluta ausência de elementos que possam lhe dar suporte”, destacam os advogados de Lula na ação. A peça reafirma também que, de acordo com jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, “a liberdade de comunicação e de imprensa pressupõe a necessidade de o jornalista e/ou o veículo pautar-se pela verdade”.

A reportagem repete práticas comuns a VEJA: mente, faz acusações infundadas e sem provas, apresenta ilações como se fossem fatos, atribui falas e atos, não tem fontes e busca atacar, de todas as formas, a honra e a imagem do ex-presidente Lula.

Gasto com TV por assinatura tem salto de 160% nas classes D e E em seis anos


Os gastos com TV por assinatura entre pessoas das classes D e E registraram aumento de 160% entre janeiro de 2009 e dezembro de 2014. De acordo com um novo estudo da Kantar Worldpanel, o gasto médio anual com o serviço, incluindo mensalidade e instalação, era de R$ 282,70 há seis anos e agora é de R$ 734.

Telecom e mídia apresentam queda de 19% em fusões e aquisições

Embora o primeiro semestre de 2014 tenha tido um número considerável de fusões e aquisições nos setores de telecomunicação e mídia, essa tendência não se manteve no mesmo período deste ano (13), o que representa uma queda de cerca de 19%. Segundo levantamento trimestral da KPMG com 43 setores da economia, das 13 negociações concretizadas por esses segmentos esse ano, cinco foram do tipo doméstica, cinco CB1, uma CB2, uma CB4 e uma CB5.Reuters

Audi do Brasil tem melhor primeiro semestre da história da marca no país.


A Audi do Brasil fechou o primeiro semestre com recordes de vendas no país, com 7.796 unidades comercializadas, o que representa um crescimento de 27% em relação ao mesmo período de 2014. Com isso, a Audi se mantém na liderança de vendas no segmento premium no país.

A marca também teve crescimento na comparação mensal, com avanço de 28,9% em relação a junho de 2014. Além disso, a Audi teve dois de seus modelos entre os carros mais comercializados no país no semestre, o Q3 2.0 e o A3 Sedan 1.4, na primeira e terceira colocação, respectivamente.

 “O crescimento da Audi no primeiro semestre é bastante acima da média do próprio segmento de luxo. Estamos trazendo clientes de outras marcas para o setor premium e, com isso, impulsionando o desenvolvimento do próprio setor. Isso se deve a uma estratégia 360 graus da nossa empresa que envolve esforços como um planejamento acertado de carros de luxo com versões de entrada em cada segmento de nossas linhas de produto, preços competitivos, investimentos em nosso pós-vendas e abertura de novos pontos de vendas inaugurados em todo o país”, destaca Jörg Hofmann, presidente e CEO da Audi do Brasil.

CNI avalia que consumidor já está menos pessimista em julho


O consumidor brasileiro está menos pessimista em relação à renda, situação financeira, endividamento, inflação e desemprego, segundo o Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (Inec) divulgado nesta quarta-feira, 29, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Segundo a pesquisa, o indicador em julho subiu 1,8% em relação a junho, o que indica uma  melhora da confiança. O índice de 97,9 pontos . Na comparação com o mesmo mês de 2014, o índice registrou uma queda de 10,6%.

De acordo com a pesquisa, dos seis componentes do Inec - inflação, desemprego, renda pessoal, compras de maior valor, endividamento e situação financeira -, apenas a expectativa de consumo de bens de maior valor caiu em relação a junho, uma queda de 2,1%.

Entre os componentes do índice, a expectativa de melhora da renda pessoal foi a mais significativa. O índice aumentou em 5,5%, o que, na avaliação da CNI, significa que os trabalhadores estão com uma perspectiva mais positiva para a própria renda nos próximos seis meses do que estavam em junho.

Os índices de expectativa de desemprego e situação financeira também apresentaram crescimento neste mês. Com relação à expectativa de desemprego, o indicador cresceu 3,1%, o que indica que de junho para julho mais pessoas passaram a acreditar na redução futura da taxa de desemprego. O indicador que mede a expectativa com relação à situação financeira cresceu 4,3%, o que, na avaliação da CNI, sinaliza melhora nas finanças dos consumidores de acordo com a própria avaliação deles.

A pesquisa foi feita em parceria com o Ibope e foram ouvidas 2.002 pessoas em 142 municípios entre 16 e 22 de julho. Informações do Estadão Conteúdo

Receita do setor de TV por assinatura cresce 8% no 1º trimestre



A receita operacional bruta do setor de TV por assinatura no Brasil cresceu 8% no primeiro trimestre do ano, para R$ 7,7 bilhões, comparado a igual período de 2014. O montante inclui mensalidade dos clientes, adesão, banda larga e serviços sob demanda. No ano passado, fechou com R$ 32,2 bilhões, 27,9% maior que em 2013, incluindo publicidade. O dados são da Associação Brasileira de Telecomunicações por Assinatura (ABTA).

O volume de assinaturas alcançou 19,7 milhões no primeiro trimestre, alta de 6,7% frente a igual período do ano passado, e de 0,4% comparado ao quarto trimestre de 2014.
O crescimento de assinaturas do setor atingiu índice máximo de 31% em 2010, mas depois começou a desacelerar, chegando a 9% em 2014, comparado a um ano antes, e seguindo em passos lentos em 2015.

A expansão de internet em banda larga teve crescimento de 13% .
A adoção do serviço de TV paga é de 30% da população e pode chegar a 70%, já que em países vizinhos atinge de 50% a 60%

A ABTA vai realizar feira e congresso do setor de 4 a 6 de agosto, em São Paulo, para discutir políticas, tecnologias e tendências.Valor Econômico



terça-feira, 28 de julho de 2015

Presidente mundial da GM dobra investimento no Brasil para 13 bilhões


GM  anuncia que vai dobrar investimento com nova família de carros no Brasil  e investirá R$ 6,5 bi para desenvolver seis modelos de carros  no Brasil.Ao todo, até 2019, serão aplicados no país R$ 13 bilhões
A General Motors (GM) anunciou nesta terça-feira (28) um investimento de R$ 13 bilhões no Brasil, dobrando o montante anunciado no ano passado para o período de 2014 a 2019. De acordo com a empresa, o aporte extra de R$ 6,5 bilhões será destinado ao desenvolvimento de uma nova família de carros, que será produzida no país.

Presidente mundial da GM, Dan Ammann, que  veio ao Brasil para o anúncio, disse que o anúncio  é uma forma de reafirmar o potencial do mercado brasileiro. "Não somos cegos para as dificuldades atuais do mercado brasileiro, mas acreditamos que o país tem grande potencial a longo prazo", afirmou

General Motors (GM) informou que  vai continuar investimento no País, pois vê um "forte potencial" de crescimento do mercado brasileiro em longo prazo, afirmou Ammann. "Obviamente as condições políticas e econômicas estão mais difíceis, mas, no futuro, continuamos vendo forte potencial no Brasil", afirmou ele.

A General Motors (GM) vai investir R$ 6,5 bilhões no Brasil nos próximos anos para desenvolver uma linha com seis modelos de veículos Chevrolet no País. Com o novo aporte, os investimentos da GM no Brasil até 2018 dobraram, alcançando R$ 13 bilhões.

O  presidente da GM América do Sul, Jaime Ardila, afirmou que os R$ 6,5 bilhões serão investidos no desenvolvimento de produtos, novas tecnologias, eficiência energética, suporte e testes. O valor virá dos cofres da filial da GM no Brasil. Os novos veículos só começarão a ser produzidos em 2019. De acordo com o executivo,  novos veículos que serão lançados. e todos os modelos terão a mesma plataforma tecnológica. "Com esse investimento, o Brasil se torna um dos mercados-chave para GM", destacou.

O presidente mundial da GM Company, Dan Ammann, destacou que a nova linha de veículos vem atender às mudanças significativas nas expectativas dos consumidores de mercados emergentes que aconteceram nos últimos dois anos. "Nós acreditamos que, na próxima década, vão acontecer muitas mudanças em mercados emergentes. E nós queremos ter certeza que faremos investimentos nessas regiões", disse. Segundo ele, a expectativa é de que sejam vendidos cerca de 2 milhões de unidades desses novos modelos.

A  despeito dos desafios da economia brasileira, o presidente da  GM  afirmou que  a marca GM está no Brasil há 90 anos e continuará por um longo período. Para ele, o Brasil é um mercado-chave para a montadora em todo o mundo.

"O potencial da economia, as instituições fortalecidas e o mercado consumidor promissor são coisas que continuam sendo verdades no Brasil", afirmou o executivo, que teve a aposentadoria anunciada. Ardila deve se afastar da GM até o fim do ano. No lugar dele, assumirá o ex-presidente da Ford América do Sul Barry Engle. As informações são da Agência Reuters de notícia e aqui no Estadão

E olha o desespero da Folha/Uol, jornal de assessoria de Aécio, quando soube da notícia sobre investimento da GM

Pé na estrada: Dilma inicia viagens pelo Maranhão



A presidente Dilma inicia nos próximos dias viagens pela região Nordeste para entregar obras.
 Dilma visitará os nove Estados nordestinos, iniciando no Maranhãoe o  roteiro do Planalto deverá abarcar uma série de obras e projetos das mais diversas áreas, como saúde e educação, incluindo a entrega de unidades do Minha Casa Minha Vida. Ainda nesta semana, Dilma deverá entregar 3 mil casas no município de Maricá (RJ).
 Dilma vai também usar as  redes sociais para falar com a  população em geral. No último sábado, a presidente gravou cinco vídeos no Palácio da Alvorada, que deverão ser postados nas contas oficiais do Planalto nas redes sociais ao longo das próximas semanas.

O primeiro deles enfoca os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, aproveitando o gancho da realização dos Jogos Pan-Americanos em Toronto, encerrados no último domingo. Dilma também gravou mensagem sobre o Programa de Proteção ao Emprego, que marca uma tentativa do Planalto de interromper o aumento do nível de demissões no País.

Um outro vídeo trará uma mensagem de otimismo e confiança com o desempenho da economia brasileira no futuro. A ideia é que seja postado, em média, um vídeo por semana, para evitar a saturação da imagem da presidente.

As  postagem recente, no Dia das Avós, com a  foto da presidente com o neto, Gabriel mostra o lado maternal da presidente  e bem próximo  da realidade comum da população, foi sucesso na internet.
 "Com a felicidade de quem em breve ganhará mais um netinho, envio um abraço carinhoso aos brasileiros e brasileiras que, como eu, têm a satisfação de ser avô e avó. Um beijo especial para o Gabriel, que torna os meus dias mais alegres!", escreveu Dilma, em postagem publicada em página administrada pelo PT no Facebook. Até as 21h02 de segunda-feira (27), o comentário tinha mais de 77,9 mil curtidas.

Casa da família de Dilma em Uberaba é desapropriada para virar escola



A casa que abrigou grande parte da família da presidente Dilma Rousseff durante muito anos, em Uberaba, no interior de Minas Gerais, vai dar lugar à Escola de Cultura e Artes (Ecau), para crianças e jovens da cidade. O anúncio foi feito pela prefeitura, após aprovação do Conselho do Patrimônio Histórico e Artístico de Uberaba, que desapropriou a residência - patrimônio histórico municipal, tombado em 2013. Em troca, os parentes da presidente vão receber R$ 270 mil pelos cerca de 300 metros quadrados do terreno onde serão construídos salas de aula e espaços para oficinas de música, teatro e artes visuais.

A casa, que fica na Rua Vigário Silva 90, bem no centro histórico da cidade, foi construída por Odilon Silva, um dos avós de Dilma, em 1938. Foi lá que a mãe da presidente, Dilma Silva, morou quando era jovem e conheceu Pedro Rousseff, o pai da governante. Dilma não chegou a morar no imóvel, que passou a hospedar a família em visitas feitas a Uberaba.

Atualmente, a Ecau atende, gratuitamente, cerca de cem crianças. A expectativa é de que o alcance da escola triplique com a nova sede. As obras já começam neste ano, segundo a presidente da Fundação Cultural de Uberaba, Sumayra de Oliveira: “A gente pretende concluir a reforma e inaugurar a escola no primeiro semestre de 2016”, disse ela, em nota.Notícia do Extra


Brasil supera metas de redução da pobreza



Muito antes da conclusão do prazo dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio estabelecidos há 15 anos pela Organização das Nações Unidas, o Brasil já atingiu as metas de redução da pobreza e combate à fome. Em 1990, o índice de pessoas que viviam na extrema pobreza oscilava em 25,6%. Em 2008, o patamar havia caído para 4,8%.

Para a especialista do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), Renata Rubian, o Brasil foi mais ambicioso em sua abordagem de cumprimento das metas. “A meta de redução da pobreza não é de 50%, a meta de redução do Brasil que o governo adotou é de reduzir a 25% a incidência de pobreza extrema”, afirmou Rubian, em entrevista à Rádio ONU, em Nova York (EUA). “A meta de redução da fome no Brasil também não é de redução de incidência de 50%. É uma meta de erradicação da fome", disse.

A especialista citou como exemplos de sucesso do Brasil no combate à fome os programas Fome Zero e Bolsa Família, que virou referência internacional para políticas de inclusão social. A expansão de programas pelo Plano Brasil sem Miséria, criado em 2011, é considerado determinante para que 22 milhões de brasileiros deixassem a extrema pobreza.

“O que a gente vê é que o Brasil já atingiu a meta internacional de redução da pobreza extrema, de US$ 1,25 (por dia de trabalho)”, observou a especialista, lembrando, no entanto, que ainda existem desafios a serem superados, como a incidência de pobreza crônica em regiões do Nordeste e do Norte.