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sexta-feira, 26 de maio de 2017

Jornal francês 'Libération': Temer, o destituidor, está prestes a ser destituído



                     Jornal francês chama presidente de cadáver político, fraco e impopular


A edição impressa do jornal francês Libération desta sexta-feira (26) traz uma matéria intitulada  "Brasil: Temer, o destituidor, prestes a ser destituído".

A reportagem diz que agora é a vez do presidente que articulou o impeachment de Dilma Rousseff passar pela mesma situação, já que está envolvido em suspeitos casos de corrupção.

O diário destaca que 35 mil pessoas pediram sua renúncia na última quarta-feira (24), em Brasília e descreve Michel Temer como "um presidente fraco e impopular" que hoje, segundo ela, é "quase um cadáver político".

Libération afirma que as investigações da operação Lava Jato, que tiraram Dilma Rousseff da presidência podem destituir um segundo chefe de Estado em menos de um ano e lembra que o presidente brasileiro é acusado de corrupção, participação em organização criminosa e obstrução do trabalho da justiça, "situação inédita protagonizada por presidente desde Fernando Collor, em 1992".

Para o noticiário, a decisão de Temer de convocar o Exército para conter as manifestações foi algo "extremo, que fez os brasileiros lembrarem dos anos de ditadura militar". Se o recurso deveria ser uma demonstração de força, ele sobretudo destacou a a fragilidade de Temer.

"Seria essa uma vingança do destino contra o homem que puxou o tapete de Dilma?", questiona o jornal.

As articulações para substitui-lo já começaram até mesmo dentro de seu próprio partido, finaliza Libération.

Saída de Maria Silvia do BNDES é desembarque ou novo escândalo?


O pedido de demissão de Maria Silvia Bastos do BNDES, em meio à grave crise no governo Michel Temer, ou é o início do desembarque ou pode ter como motivação algum fato grave no banco que ela, nesse um ano de comando, não conseguiu apurar e estancar.

 A presidente do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento), Maria Silvia Bastos, pediu demissão do cargo na tarde desta sexta-feira (26), em reunião com Michel Temer, no Palácio do Planalto. Em sua carta a Temer, ela alegou "razões pessoais" para deixar o cargo que ocupou durante quase um ano no comando do banco.

A saída de Maria Silvia Bastos é mais uma das baixas no governo, depois das delações de Joesley Batista, dono da JBS, incriminando Temer. Em pouco mais de uma semana, o governo perdeu os ministros das Cidades, Bruno Araújo (PSDB), da Cultura, Roberto Freire (PPS), e quatro assessores da Presidência da República, entre eles Sandro Mabel (PMDB), Rodrigo Rocha Loures (PMDB) e Tadeu Filippelli (PMDB).

Loures está diretamente envolvido no caso da mala de R$ 500 mil entregue por um executivo da JBS e foi afastado do mandato parlamentar. Já Filippelli foi preso pela Polícia Federal nesta terça-feira (23), acusado de participar de um esquema de superfaturamento nas obras do estádio Mané Garrincha, em Brasília. 

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Manifestações contra Temer e uso de Forças Armadas ganham destaque na mídia internacional



Jornais do mundo todo, como o americano "The New York Times" e o britânico "The Guardian", repercutiram os acontecimentos desta quarta-feira (24) em Brasília.
Nesta quinta-feira (25) o povo foi ás ruas pedir a saída de Michel Temer em diversas cidades do Brasil. O envio do exército às ruas de Brasília para conter as manifestações contra o governo Michel Temer e os violentos confrontos com a polícia ganharam destaque nos principais sites e jornais europeus.

O jornal francês Le Figaro destacou em sua manchete "Brasil: as ruas querem a saída do presidente". A reportagem fala que os protestos pedindo a renúncia do presidente ganharam força há uma semana, depois da revelação de uma conversa gravada entre Temer e um dos donos da empresa JBS, Joesley Batista. Nos áudios que estão sendo analisados pela Justiça, o presidente parece concordar com o pagamento de propina para comprar o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha, preso por corrupção.


Para o diário, os brasileiros não suportam mais os escândalos de corrupção, principalmente os que envolvem a gigante Petrobras.

O jornal argentino Clarín destacou que o protesto acabou em confusão após um grupo atacar os prédios dos ministérios. Para o espanhol El País, o principal destaque foi que os protestos pararam o governo brasileiro nesta tarde.
 El País aponta que os protestos contra Temer paralisaram até os debates dentro da Câmara dos Deputados e acrescenta que com a revolta, o executivo foi obrigado a convocar o exército para controlar os manifestantes, uma decisão que suscitou fortes críticas da oposição e do próprio governo.  Para o vespertino espanhol a tensão devido à crise política no Brasil balançou o coração político do país, convertido em campo de batalha.
 El País descreve um cenário de guerra em Brasília, com colunas de fumaça preta, violentos confrontos entre manifestantes e polícia, armada com fuzis. O texto avalia como “assustadoras” as imagens postadas nas redes sociais onde policiais atiram contra os militantes anti-Temer. 
 The Guardian diz que Temer se agarra ao poder. Apesar de todo o caos, diz o diário britânico, o presidente brasileiro se agarra ao poder e descarta a possibilidade de renúncia, alegando que vai lutar contra as acusações. O diário lembra que antes do vazamento das gravações de Joesley, a popularidade de Temer estava em baixa, em parte devido às reformas que fez passar à força no Congresso.

Guardian aponta que se Temer renunciar, a Constituição diz que o Congresso deve eleger o próximo presidente, que deveria governar até o final de 2018. Mas muitos brasileiros, revoltados com a classe política, querem a realização de eleições antecipadas.

A britânica BBC e o americano Time apontaram a crise no governo de Michel Temer e a repercussão da Lava Jato.
Em editorial, a agência Bloomberg afirmou que o presidente deveria renunciar ao cargo. Segundo o texto, a permanência de Temer na Presidência, lutando para não cair até o final do mandato, pode colocar a economia do país em risco, "prolongando a agonia de um governo que críticos têm comparado a uma versão tropical da série 'The Walking Dead'"

Pesquisa do governo mostra que Temer não tem mais que 5% de popularidade



 Em 2015, o então vice- presidente Michel Temer (PMDB-SP) afirmou em palestra em São Paulo, ao comentar os recordes negativos de popularidade da presidente Dilma Rousseff, que “ninguém vai resistir três anos e meio com esse índice baixo”. “Se continuar assim, com 7%, 8% de popularidade, de fato fica difícil”, afirmou a empresários, em encontro promovido pela socialite Rosangela Lyra, do movimento Acorda, Brasil, de oposição à Dilma. Agora, pesquisas mostram que Temer chega a ter 1% no nordeste e 5% no restante do país. E o que ele faz para se manter na cadeira  que ele tirou Dilma? Coloca  as forças armadas para acabar com protesto contra ele. A imprensa, está achando tudo normal. Prefere tratar a manifestação como , quebra quebra, praça de guerra e depredação. Não diz, em mpmento algum que foi a maior manifestação  contra o ilegítimo  e golpista Temer

 A popularidade do Michel Temer não ultrapassa os 5% e em algumas regiões metropolitanas do Nordeste do país ela é de apenas 1%. A informação é da coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S.Paulo desta quinta-feira (25), e consta em relatório de pesquisas realizadas pelo próprio governo na internet.

As mesmas sondagens são preocupantes para governo também entre empresários e executivos. A maioria - os números não foram divulgados - revela descrença cada vez maior na continuidade do governo do peemedebista. Eles não acreditam na viabilidade de aprovação de reformas impopulares, como a trabalhista e a previdenciária.

As pesquisas internas confirmam o que institutos de pesquisa, como Ibope, Datafolha e Vox Populi, já afirmavam, antes mesmo da delação do dono da JBS, Joesley Batista, na qual Temer é acusado de dar aval para que o empresário mantivesse uma mesada para Eduardo Cunha (PMDB) com o objetivo de comprar o silêncio do deputado cassado, preso em Curitiba pela Operação Lava Jato.

Como desdobramento das gravação de uma conversa com o empresário da JBS, Temer se tornou alvo de um inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) por crimes como corrupção, obstrução de justiça e formação de organização criminosa. A Corte Suprema aguarda a perícia da gravação feita pela Polícia Federal, que deve concluir a análise em 30 dias, para decidir se dá continuidade ou não à investigação.

Ainda contra Temer, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) julga no dia 6 de junho a ação do PSDB que pede a cassação da chapa Dilma-Temer por suposto abuso de poder político e econômico, por recebimento de recursos de empresas envolvidas na Lava Jato na campanha eleitoral de 2014.

Diretas Já em Copacabana vai reunir Caetano, Mano Brown, Criolo e mais


Enrolado até o pescoço com delações, assessores e ministros denunciados e uma base de sustentação no congresso virando pó, Michel Temer sente no cangote a aproximação de sua curta carreira como líder da nação. Ou sai por impeachment, ou sai preso ou sai por renúncia, mas é quase unânime a ideia de que ele não termina seu mandato. Por isso, e pelas consequências disso, um grupo de artistas, organizados pela Frente Povo Sem Medo e pela Frente Brasil Popular, começou a se movimentar nas redes sociais para convocar os brasileiros para uma manifestação que garanta o direito de o povo escolher em forma de voto direto o próximo presidente a ocupar o mais alto cargo do país.

Como todo mundo sabe a esta altura do campeonato, de acordo com a nossa constituição, em caso de vacância da cadeira, tanto na hipótese de renúncia quanto num eventual cenário de impeachment, conforme o Artigo 81, como faltam menos de dois anos para o fim do mandato (que se encerra em dezembro de 2018), a eleição seria feita pelos deputados e senadores, 30 dias depois da saída de Temer.

 A manifestação pedindo as Diretas Já, portanto, vai ser realizada neste domingo, na praia de Copacabana, e o chamado nas redes sociais traz junto o nome de um monte de artistas que se dispuseram a cantar no alto do carro de som que vai percorrer a orla do bairro a partir das 11 da manhã, na altura da rua Siqueira Campos. 

Quem já confirmou que vai cantar pelas Diretas? Caetano Veloso, Mano Brown, Criolo, Teresa Cristina, Martnália. Também estará presente  o ator Zé de Abreu, a atriz Adriana Esteves,Fábio Assunção e outros tantos.


                                                             O horror da repressão
E Temer convoca Exército para defendê-lo e atacar os manifestantes. Que vergonha! #DiretasPorDireitos #ForaTemer #OcupaCopacabana #DiretasJa

Helicóptero  das forças armadas joga bomba de gás pimenta nos manifestantes  das centrais sindicais e de movimentos populares em Brasília, contra as reformas do governo Temer
 Após 31 anos do fim da ditadura,Temer  manda para às ruas as forças armadas para coibir manifestação

O Jaburu, apesar de proteção, passa a viver sob suspense e temor



A elevação do modo de protesto popular violento em Brasília, do vandalismo para o ataque típico de revolta civil, não foi um aviso.

Os avisos estão dados desde o colar de incidentes começados ainda no governo Dilma. Os ataques aos ministérios foram já o primeiro ato.

Quem até aqui não quis ver –nos governos e no Congresso, na imprensa/TV, no empresariado que influi na política– está confrontado pelos fatos: a situação interna do país mudou.

Iniciou-se um processo que, embora não irreversível, é propenso a avançar, sob o incentivo ignorante das classes privilegiadas, aqui sempre empedernidas e vorazes.

Só esses predicados podem levar à crença de que é possível impor, a um só tempo e impunemente, desemprego, ostentação de roubalheiras premiadas do dinheiro público, salários atrasados, cassação de direitos trabalhistas, redução dos miseráveis recursos e serviços da saúde, ainda piores condições de aposentadoria para quem de fato trabalha ou trabalhou, corte dos investimentos públicos e, pairando sobre ou sob esse conjunto idealizado pela classe dominante, uma composição imoral de governo.

As ações diretas do povo não seguem regras. Obedecem à lógica das suas contingências.

Nessa lógica está, hoje em dia, o alto grau de indignação e de violência –praticada e potencial– nas cidades difusamente armadas e mais suscetíveis a próximos capítulos da nova etapa de escalada. Caso notório de Rio e São Paulo, mas não só.

Brasília é mais vulnerável a ocorrências ditas de praça pública, na arrogância dos seus prédios e no convite das suas vidraças, não porém em armas à mão. São Paulo, território primordial para a comercialização de droga em dimensões nacionais, e Rio, território com enclaves bandidos, exemplificam melhor o risco que a Capital projeta sobre o país.

Michel Temer e seus parlamentares pretenderam mais uma atitude indecente. Na calada, não da noite, mas da bagunça mental que se generalizou, quiseram fazer na Câmara e no Senado aprovações que levariam o empresariado influente e imprensa/TV a ampará-los, em retribuição e por querer mais.

Em consequência, o Palácio do Jaburu, apesar de proteção especial, passa a ter horas, talvez noites e dias, de suspense e temor. A Câmara e o Senado deixam de saber quando poderão funcionar não ou, como ontem.

Forças Armadas são postas a reprimir, não bandidos, mas a gente comum. Alguma dúvida de que tirar Michel Temer é a única hipótese das chefias políticas e seu empresariado para atenuar as tensões do país? Mas no povo a ideia também única, que se constata por toda parte, é de que o país está entregue a ladrões. E ele em pessoa é uma vítima de todos os ladrões.

É apenas lógica e induzida a elevação do modo de enfrentamento popular. Artigo de Janio de Freitas

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Temer convoca das Forças Armadas para dispersar manifestação contra ele em Brasília



‘Espero que a notícia não seja verdadeira’, diz Marco Aurélio sobre decreto que autoriza militares na Esplanada

O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse na tarde desta quarta-feira que está “preocupado” com os protestos que tomaram conta de Brasília. Ele interrompeu o julgamento para dizer que esperava não ser verdadeira a notícia de que o Executivo baixou um decreto autorizando a presença de militares nas ruas para garantir a ordem.

Voto um pouco preocupado com o contexto. Eu espero que a notícia não seja verdadeira. O chefe do Poder Executivo teria editado um decreto autorizando o uso das Forças Armadas no Distrito Federal no período de 24 a 31 de maio — disse o ministro. E é verdade sim



Nenhum outro integrante do tribunal comentou a fala do colega. Embora fosse possível ouvir do plenário do tribunal o barulho de bombas e de helicópteros sobrevoando a Esplanada dos Ministérios, os ministros realizaram uma sessão de julgamentos como se nada estivesse acontecendo do lado de fora. A pauta era tributária. No momento da declaração de Marco Aurélio, o plenário discutia regras para a cobrança da Cofins.

A manifestação desta quarta-feira, a maior contra Temer, estava tranquila,   de repente, uma correria, a cavalaria havia entrado no gramado onde estava os manifestantes, muito deles sentados.Temer mandou  Força Nacional de Segurança, um grupo militar que costuma não atuar na capital, e por homens do Exército e até da Marinha, que atuaram nas áreas em volta dos prédios dos ministérios. Chamou atenção também o aparato e o clima de tensão no Palácio do Planalto. A segurança da Presidência chegou a colocar 30 homens do batalhão da guarda presidencial com escudos em cima da rampa, um símbolo da política e arquitetura da cidade.

No entanto, toda a Praça dos Três Poderes, onde fica localizado o Planalto, já estava cercada. Não haveria manifestantes próximos para justificar a presença até de cachorros na segurança do palácio presidencial. A tática  de Temer era  de dispersar a multidão que protestavam contra ele. Houve lançamento de bombas no grosso da multidão que estava no gramado entre os prédios do Itamaraty e do Ministério da Justiça, mais acima do gramado do Congresso. As Tropas de choque lançam bomba  até no gramado, onde estão sendo atendidos feridos.
Michel Temer acionou Garantia da Lei e da Ordem (GLO), a  mesma usada em tempos de ditadura para que as Forças Armadas dispersar manifestação
O decreto de Temer foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União e estabelece que as tropas federais atuarão na capital por uma semana, até o dia 31. 
 A GLO é invocada, segundo a Defesa, quando há "esgotamento das forças tradicionais de segurança pública, em graves situações de perturbação da ordem".O que não era o caso O dispositivo constitucional, que é de atribuição exclusiva do presidente da República, prevê que os militares podem, provisoriamente, atuar com poder de polícia.

Policiais militares do Distrito Federal utilizaram armas com munição letal(bala de verdade) durante manifestação contra  Michel Temer (PMDB) e pela convocação de eleições diretas nesta quarta-feira (24).
A Folha flagrou o uso de armas letais por policiais que não faziam parte do batalhão da tropa de choque, na Esplanada dos Ministérios, no meio da multidão.

E a imprensa, agora a noite, teve que engolir a seco e reconhecer que o protesto assustou Temer...Manchete do Estadão publicado no site Uol


Ministro do Temer, Osmar Terra,publica foto falsa e mente sobre incêndio no ministério




Toda a imprensa divulgando que os manifestantes contra as reformas e  Michel Temer,colocaram fogo em um ministério em Brasilia na tarde dessa quarta feira. O ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, ajudou na mentira, publicando uma foto falsa. O Jrnal O Globo, desmentiu o ministro do Temer e de quebra, toda a imprensa

O ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, publicou nesta quarta-feira, diversas imagens dos ataques aos ministérios, em Brasília, em seu Twitter e criticou a ação dos grupos que depredaram os prédios. No entanto, uma das imagens publicadas pelo ministro, em que é possível ver um prédio em chamas, não é da Esplanada dos Ministérios.


A foto divulgada pelo ministro é facilmente encontrada na internet. Ela se refere, na verdade, a um incêndio ocorrido em 2005, no prédio no INSS. O incêndio destruiu parte de um prédio da Previdência Social em Brasília, no Setor de Autarquias Sul, a poucos metros da Esplanada dos Ministérios.

 Na legenda da imagem, Osmar Terra pediu punição a quem estava depredando os ministérios. "Criminosos se manifestando. Punição tem que ser exemplar para quem faz isso e para quem lidera!", escreveu.

Dos 129 comentários feitos na imagem por internautas, a maioria acreditou que a foto havia sido tirada nesta quarta-feira

'The Guardian': Revelações após saída de Dilma destacam hipocrisia daqueles que a derrubaram




The Guardian publicou nesta quarta-feira (24) um artigo sobre o cenário político atual do Brasil. A
Diário britânico aponta que algumas alegações explosivas sobre uma gravação envolvem o presidente Temer. Sua popularidade caiu para números baixíssimos, mesmo antes das alegações. Agora, o principal promotor do país o acusou formalmente de conspirar para silenciar testemunhas e obstruir a investigação de corrupção.

Temer nega o erro, insistindo que a gravação foi adulterada, e diz que sua renúncia seria uma admissão da culpa, diz o noticiário. Outras considerações estão, sem dúvida, pesando em sua mente - como o fato de que perderia o foro privilegiado. O impeachment exigiria a aprovação pelo Congresso para prosseguir. O apoio dentro de seu Partido Democrático Brasileiro e sua coalizão está desmoronando.Mas mesmo assim, o Brasil poderia em breve ter seu terceiro líder em menos de um ano.

The Guardian afirma que a política brasileira tem sido completamente desacreditada. As revelações que surgiram desde que Dilma Rousseff foi forçada a sair no ano passado destacaram a hipocrisia daqueles que a derrubaram. Embora Rousseff tenha sido acusada por acusações separadas, e parecia relativamente limpa, a raiva contra ela foi alimentada por revelações sobre seu Partido dos Trabalhadores. Em março, o principal orquestrador de seu impeachment, Eduardo Cunha, foi preso por mais de 15 anos em relação a um suborno de US $ 1,6 milhões. A fita do Sr. Temer, que era seu adjunto mas foi acreditado para conspirar contra ela nos últimos estágios do escândalo, supostamente captura-o que aprova pagamentos em dinheiro ao Sr. Cunha.

#DiretasPorDireitos Manifestação em Brasilia por diretas, contra Temer e reformas



   Temer convoca Exército e forças militares contra manifestantes em Brasília

  Comandante militar do Planalto coordena ação com tropas da FAB, da Marinha e do Exército

  Raul Jungmann (Defesa) disse que Temer autorizou emprego de Forças Armadas em Brasília a  pedido do pres. da Câmara dos Deputados

Ministro Marco Aurélio Mello, do STF, comenta decreto que autorizou Forças Armadas em Brasília: “Espero que a notícia não seja verdadeira”
Centrais sindicais e movimentos de esquerda de todo o país marcham em Brasília contra Michel Temer (PMDB) e pela convocação de eleições diretas nesta quarta-feira (24).
 -Deputado petista esperam manifestantes - Chamado pelas frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, que lideraram atos contra o impeachment de Dilma Rousseff, e pelas centrais sindicais, a manifestação saiu do estádio Mané Garrincha e segue em direção ao Congresso Nacional.
Mais de 100 mil pessoas.  O número estimado pelos números de  ônibus que vieram de outros Estados
 "A gente não merece passar por isso. Quase não tem nada e o que tem, eles querem tirar", diz o metalúrgico paulista Fernando Oliveira, 27, que saiu do Jabaquara, em São Paulo, na terça-feira (23), às 11h em direção à capital federal.

Entre as muitas categorias presentes, estão os agentes penitenciários. Eles receberam uma salva de palmas ao passar por um dos carros de som que compõe a manifestação.

Entre as entidades presentes, estão a CUT (Central Única dos Trabalhadores), a UGT (União Geral dos Trabalhadores), a CTB (Central dos Trabalhadores do Brasil), o MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), além de membros de partidos, sindicatos locais, entidades estudantis como a UNE (União Nacional dos Estudantes) e movimentos LGBT.

A Força Sindical também se uniu ao protesto contra o governo. Antes da revelação da delação da JBS, a central do deputado Paulinho da Força (SD-SP), se posicionava apenas contra as reformas trabalhista e da Previdência, mas não pedia a saída do governo.

Muitos carregam bandeiras e camisetas com o rosto de Lula. "O melhor seria se entrasse o Lula mesmo", diz a doméstica Elza de Araújo, 51, que veio de Teresina acompanhar a manifestação.

Os manifestantes são  do Pará, do Rio Grande do Sul, Rio Grane do Norte, Rio de Janeiro, Espírito Santo, São Paulo, Distrito Federal e da Paraíba.

A policia do Temer tenta acabar com a manifestação em frente ao congresso.Com bombas de efeito moral, a Polícia Militar do Distrito Federal tenta afastar os manifestantes que participam, nesta quarta-feira (24) do ato contra o governo do presidente Michel Temer da área próxima ao gramado do Congresso Nacional, que foi isolada. O local é tradicionalmente ocupado durante protestos na cidade.
    Temer que autorizou Forças Armadas na Esplanada para dipersar manifestantes
      Temer convoca Exército e forças militares contra manifestantes em Brasília
                                                              E tudo estava assim


Leia também: A amizade de Temer com os Batista levou Junior Friboi para o PMDB

Delator diz que JBS pagou R$ 43 milhões a partidos para apoiarem Aécio em 2014



Ao menos 12 partidos políticos receberam dinheiro da JBS em troco de apoio à candidatura de Aécio Neves (PSDB) à Presidência da República, em 2014. A holding dos irmãos Joesley e Wesley Batista repassou às legendas R$ 43,170 milhões a pedido do então candidato.

A informação consta no acordo de delação premiada do diretor de Relações Institucionais do grupo J&F, Ricardo Suad.

No documento da Procuradoria Geral da República (PGR),  Saud diz que “Aécio orientou que a propina fosse distribuída para a compra de partidos políticos que integrassem a coligação (de Aécio) à Presidência da República”.

Assim, atendendo ao pedido do tucano, Saud conta aos procuradores que o PTB foi o que mais recebeu: R$ 20 milhões. Do montante, segundo o delator, R$ 17,950 milhões se referem a doações oficiais aos diretórios dos estados. Os repasses foram feitos entre 23/6/2014 a 14/04/2014. Outros R$ 2,050 milhões em espécie foram entregues a um interlocutor da legenda.

Com R$ 15,270 milhões, o Solidariedade foi o segundo que mais embolsou recursos no esquema. Do total, R$ 11 milhões foram doados oficialmente ao diretório nacional, presidido pelo deputado federal Paulinho da Força.

De acordo com o executivo da JBS, “orientado por Aécio, Paulinho da Força procurou Joesley Batista no antigo escritório da J&F e ajustou os pagamentos”. Assim, Paulinho teria recebido “R$ 4 milhões por meio de liquidação de notas fiscais”. O restante do dinheiro destinado ao Solidariedade foi distribuído para representantes de empresas dos ramos de transporte, material de construção e elétrica.

Para o PMDB, partido que compunha chapa com a então candidata Dilma Rousseff (PT), rival de Aécio, foram R$ 1,5 milhão, em doação oficial em 24/10/2014.

Já o DEM foi destinatário de R$ 2 milhões. Conforme a delação de Ricardo Saud, inicialmente a quantia acordada por Aécio para a direção do partido teria sido de R$ 10 milhões. Mas o tucano mudou de ideia e “autorizou a redistribuição”, o que deixou o representante do DEM “indignado”.

Ao diretório nacional do antigo PTdoB, rebatizado de Avante mas ainda presidido pelo deputado Luis Tibé, foram repassados R$ 1 milhão, em doação oficial em 11/9/2014. Menos de uma semana mais tarde, o PMN foi agraciado com R$ 1,3 milhão, de forma oficial.

PSC, PSL e PEN receberam, respectivamente, R$ 100 mil, R$ 150 mil e R$ 500 mil, todas de forma oficial. Já para o PTC foram dois repasses: R$ 400 mil para o diretório nacional, em doação oficial em 11/9/2014, e R$ 250 mil para o comitê financeiro regional de Minas, também em doação oficial feita quatro dias depois.

O PTN também foi contemplado em dose dupla. Foram R$ 250 mil para o diretório de Minas e R$ 400 mil para o nacional, ambas registradas. Ainda segundo o delator, R$ 50 mil foram doados ao PSDC.

Danilo de Castro

Homem forte nos governos do PSDB em Minas, o ex-deputado Danilo de Castro também foi citado na delação de Ricardo Saud.

Ainda no anexo dedicado a Aécio Neves, o delator contou aos procuradores que Danilo de Castro foi indicado pelo tucano para interceder a favor dos interesses do grupo em Minas.De acordo com Saud, “Aécio prometeu a Joesley Batista” liberar créditos de ICMS de duas empresas do grupo no valor total de R$ 24 milhões.

Segundo o delator, cinco ou quatro reuniões para agilizar a liberação dos recursos foram realizadas entre o executivo e Danilo, “que telefonava para a SEFAZ-MG (Secretaria de Estado de Fazenda de Minas) e pedia a liberação dos créditos”. Apesar das tratativas, os recursos não foram liberados.Leia também: A amizade de Temer com os Batista levou Junior Friboi para o PMDB


terça-feira, 23 de maio de 2017

'Time': Temer está na lista dos cinco presidentes menos populares que Trump



A revista britânica publicou nesta terça-feira (23) uma lista com os cinco presidentes com popularidade mais baixa do que a do controverso Donald Trump. O artigo é escrito por Ian Bremer, CEO da consultoria Eurasia.

Bastante polêmico, o presidente dos Estados Unidos tem um índice de aprovação inferior a 40% atualmente, bem menos do que os antecessores dele em seus primeiros meses de governo, mas nada pode ser comparado aos índices de outros políticos do cenário global, como é o caso dos cinco escolhidos pela “Time” – são eles, além de Temer, os presidentes Nicolás Maduro, da Venezuela, Jacob Zuma, da África do Sul, e os primeiros-ministros Najib Razak, da Malásia, e Alexis Tsipras, da Grécia.

Sobre Temer  a revista declarou: “ Temer descobriu que o emprego, que ele agora corre o risco de perder, não é nenhum passeio no parque”.

A revista aponta que as gravações da JBS aumentam a tensão política,  em um cenário que já estava em apuros antes delas virem à tona.

"A desaceleração da economia global e a quebra que acompanhou os preços das commodities atingiram fortemente o Brasil, provocando uma das piores recessões do país. O PIB caiu mais de 7% nos últimos dois anos, o desemprego triplicou, e pelo menos 3,5 milhões de pessoas que tinham sido tiradas da linha da pobreza nos anos de crescimento entre 2004 e 2014 voltaram a cair", diz o analista Ian Bremer. Leia também: A amizade de Temer com os Batista levou Junior Friboi para o PMDB

Meirelles vai a evento patrocinado pela Odebrecht



O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles falou nesta terça-feira (23) para uma plateia de empresários, no Seminário Financiamento e Garantias para a Infraestrutura, na Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), em São Paulo, e pediu a confiança de diversos setores para a retomada do crescimento econômico.

O curioso é que Meirelles falava diante de um painel que mostrava a empreiteira Odebrecht como uma das patrocinadoras do evento. A Odebrecht está no alvo da Lava Jato por participar de um grande esquema de corrupção, com pagamento de muitos milhões de reais em propinas, e é uma das principais responsáveis a levar a economia do país para o buraco.Leia também: A amizade de Temer com os Batista levou Junior Friboi para o PMDB

PGR anexa grampos de Reinaldo Azevedo com Andrea Neves em inquérito e colunista anuncia demissão da Veja



Em grampo, Reinaldo Azevedo chama reportagem da Veja de 'nojenta' e critica Janot para irmã de Aécio. Jornalista diz que divulgação de conversa com fonte fere garantia constitucional de sigilo da fonte. "Andrea estava grampeada, eu não. A divulgação dessa conversa me tem como foco, não a ela"

Passava da meia-noite de quarta para a quinta-feira, 13 de abril. De um lado da linha, está Andrea Neves, irmã do senador Aécio Neves (PSDB-MG) e presa pela Lava Jato. Naquele momento, os irmãos eram investigados e estavam sendo grampeados pela Polícia Federal, com autorização da Justiça.

Era o auge da delação da Odebrecht: horas antes, o Supremo Tribunal Federal havia divulgado a íntegra das acusações da empreiteira.Um dos políticos mais atingidos era Aécio. Do outro lado da linha, estava o jornalista Reinaldo Azevedo, titular de um dos blogs mais influentes do site da revista Veja.

Ao ser procurado pela reportagem do BuzzFeed, ele anunciou sua demissão da Veja e disse que, como não era investigado, a divulgação da conversa tinha o jornalista, e não Andréa Neves.

"Há uma agressão a uma das garantias que tem a profissão. A menos que um crime esteja sendo cometido, o sigilo da conversa de um jornalista com sua fonte é um dos pilares do jornalismo", escreveu.

A PF não considerou indícios de crimes na conversa realizada entre o jornalista e sua fonte, Andrea Neves. Mesmo assim, as gravações foram anexadas pela Procuradoria-Geral da República ao conjunto de áudios anexados ao inquérito que provocou o afastamento de Aécio e a prisão da irmã. O tom entre o colunista e a operadora do tucano é de cordialidade – o que não é incomum na relação entre jornalistas e as suas fontes.

O assunto é justamente as graves acusações contra Aécio, na delação da Odebrecht. É uma conversa mútua de críticas à Odebrecht, Lava Jato e até à revista Veja, sempre em defesa de Aécio.

Andrea Neves - Tudo bem e você?

Reinaldo Azevedo - Se eu não aguento mais, imagino vocês...

Nora de Filippelli trabalha no governo Temer


Filippelli, preso nesta manhã, é presidente do PMDB-DF. O vice dele é Odilon Aires, condenado a 9 anos de prisão na Pandora semana passada.Filipelli,  dividia sala com Rocha Loures
A nora de Tadeu Filippelli, ex-assessor especial do presidente Michel Temer, também trabalha para a Presidência da República. Desde 19 de julho do ano passado, Ericka Nogueira Filippelli é secretária de Articulação Institucional e Ações Temáticas da Secretaria de Políticas para Mulher, vinculada à Presidência. Ela é casada com Roberto, filho do ex-governador do DF e um dos principais articuladores de Temer.

Na manhã desta terça-feira, 23, Filippelli foi preso pela Polícia Federal na Operação Panatenaico, que investiga organização criminosa na fraude e desvio de recursos das obras de reforma do Estádio Nacional Mané Garrincha para a Copa do Mundo de Futebol de 2014.(Coluna Estadão) Leia também: A amizade de Temer com os Batista levou Junior Friboi para o PMDB


Loures, o homem da mala, viajou com Temer 2 dias depois de receber mala com R$ 500 mil



Deputado ligou para o cerimonial da Presidência e confirmou embarque junto com a comitiva cerca de duas horas após receber o dinheiro

o início da noite do dia 28 de abril, o deputado federal afastado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) recebeu uma mala com R$ 500 mil de um dos delatores da JBS, em uma pizzaria de São Paulo, como mostraram as últimas revelações da operação Lava Jato, feitas na semana passada.

Por volta de duas horas depois, ligações interceptadas pela Polícia Federal, com autorização judicial, mostram que o próprio Loures ligou para o cerimonial da Presidência da República e pediu para embarcar, junto com a comitiva de Michel Temer, para um compromisso em São Paulo. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do Palácio do Planalto.

A viagem de Loures e Temer aconteceu, de acordo com informações do portal Uol, no dia 30 de abril. O fato chama a atenção dos investigadores porque, segundo Joesley Batista, o deputado afirmou, em uma das gravações feitas pelo empresário, que era um emissário do presidente.

Rodrigo Rocha Loures e Temer são alvos de um inquérito que tramita no STF (Supremo Tribunal Federal) que apura a suposta prática de obstrução de Justiça e corrupção passiva. Na semana passada, uma decisão do Supremo afastou Loures de seu mandato como parlamentar.

Loures é suspeito de ter recebido propina da JBS para viabilizar nomeações e operações de interesse da companhia. Temer, por sua vez, é suspeito de ter indicado Loures ao empresário Joesley Batista para que ele intercedesse em favor de Joesley em assuntos de interesse do grupo. Ambos negam envolvimentos nos esquemas de corrupção.Leia também: A amizade de Temer com os Batista levou Junior Friboi para o PMDB

Delcídio diz que foi interrogado pelo Departamento de Justiça dos EUA



O ex-senador Delcídio do Amaral contou nesta segunda-feira (22) que prestou depoimento ao Departamento de Justiça Americano (DOJ) neste ano para responder questões relacionadas à Petrobras e à Operação Lava Jato. O relato foi feito na tarde de segunda, durante audiência na 13ª Vara Federal de Curitiba. Delcídio depôs como testemunha de acusação em um dos processos que envolvem o ex-presidente Lula

De acordo com o ex-senador, o depoimento foi solicitado pelo DOJ diretamente ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) brasileiro e aconteceu em Campo Grande. "Eu simplesmente mostrei ao longo da audiência que o processo que eu respondo é por obstrução de Justiça, então eu não tinha os detalhes que a própria Operação Lava Jato já investigou, já tomou conhecimento", relatou.

Delcídio também disse que achou "estranho" que representantes do governo norte-americano não tenham aparecido na sessão que, segundo ele, estava "esvaziada". Ele contou que o depoimento foi acompanhado apenas por um juiz, um representante do Ministério Público Federal (MPF) e por advogados da Petrobras.

Ainda segundo o ex-senador, as perguntas feitas durante o depoimento abordavam assuntos sobre os quais ele já havia respondido na delação premiada celebrada com o MPF. "Todos nós ficamos numa saia-justa danada nessa audiência, porque afinal de contas ninguém entendeu direito porque aquilo aconteceu lá em Campo Grande", afirmou.

O relato de Delcídio foi feito após a defesa de Lula perguntar se ele havia celebrado algum acordo judicial com autoridades norte-americanas. O ex-senador revelou detalhes do depoimento solicitado pelo DOJ, mas negou que tenha feito qualquer acordo.

Defesa de Lula protesta

No fim da tarde desta segunda-feira, pouco depois da audiência em Curitiba, a defesa de Lula emitiu uma nota assinada pelo advogado Cristiano Zanin Martins. No texto, ele afirma que as informações relativas ao depoimento de Delcídio ao DOJ estavam restritas ao conhecimento do MPF e da Petrobras.

"Sonegadas, portanto, à defesa, revelando a existência de um aparente processo paralelo, que veio a público apenas em função dos questionamentos feitos", diz a nota.

Martins afirma, ainda, que a audiência desta segunda-feira "provou o caráter frívolo da acusação, que é parte de uma estratégia de lawfare com o único objetivo de prejudicar a atuação política de Lula".

O depoimento prestado pelo ex-senador Delcídio do Amaral em Curitiba é parte do processo em que o MPF acusa Lula de receber vantagens indevidas da Odebrecht. A força-tarefa afirma que o ex-presidente foi beneficiado na compra de um terreno para a construção do Instituto Lula e de um apartamento no mesmo edifício onde ele vive, em São Bernardo do Campo.

Na mesma audiência, foram ouvidas mais duas testemunhas de acusação: o ex-executivo da Toyo Setal, Augusto Ribeiro; e o ex-presidente de Engenharia da Camargo Corrêa, Dalton Avancini. Leia também: A amizade de Temer com os Batista levou Junior Friboi para o PMDB